ARQUIBANCADA

A opinião de quem gosta e conhece o mundo dos esportes

Quem somos

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

Não somos diferentes dos outros jovens. Gostamos e praticamos diversas modalidades esportivas. Somos dois jovens que resolveram criar um blog para discutir nosso tema favorito. O esporte das ruas, dos colégios, da sala de jogos de sua casa, ou seja, o esporte praticado em todos os lugares.

Pretendemos com esse blog mostrar nossas idéias e nossa visão sobre o meio esportivo. Temos uma tendência a abordar mais o futebol, por ser o nosso esporte favorito e praticado com mais freqüência. Mas não deixaremos de comentar outras modalidades praticadas no país. O hipismo, automobilismo, futsal, tênis, handebol, vôlei, sinuca, boliche, judô e outros esportes.Aqui postaremos sobre um tema conhecido, comentado, admirado e praticado por milhares de pessoas no mundo.

Não somos polêmicos, apenas emitimos nossas opiniões, não tentamos imitar, somos iguais e ao mesmo tempo diferentes dos outros. Estudamos jornalismo e admiramos a profissão, mas aqui somos críticos e apenas comentamos os assuntos relacionados a esportes.As opiniões aqui neste blog “ARQUIBANCADA” são de nossa inteira
responsabilidade e não somos obrigados a agradar ninguém.


Quem participa deste blog:

Nome: Felipe Götz
Naturalidade: Campos Novos – SC
Idade: 21 anos
Formação: Ensino Superior Incompleto – Univali – Comunicação Social –
Jornalismo – 6º Período
Esportes favoritos: Futebol, Futsal, sinuca, boliche, tênis de mesa,
autobolismo, hipismo e cartas.
Nome: Marcos Marcellus Holtz
Naturalidade: Itajaí – SC
Idade: 21 anos
Formação: Ensino Superior Incompleto – Univali – Comunicação Social –
Jornalismo – 6º Período
Esportes favoritos: Futebol, Futsal, sinuca, boliche, automobilismo.

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A morte do imortal

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

 

Houve um tempo em que se acreditava na imortalidade. Eu vivi esse tempo e também pude acompanhar a transformação desta crença, a quebra deste mito. Nunca imaginei que a história contada hoje, sobre o Minotauro, o Hércules e a Medusa iria muito além do território grego e da perigosa ilha de Creta. Ao sul do novo mundo, muito longe do velho continente, também existia um povo que se dizia imortal.

Seriam eles deuses? Não. Apenas pessoas cujo quais acreditavam fervorosamente nesta tese. Além de comungarem com a idéia de vida eterna, este povo sempre quis ser diferente do resto da população do país. A América do Sul estava em guerra, até alguns mexicanos tentaram, sem sucesso, triunfar. O curioso é que este povoado, até então imortal, fazia parte do território brasileiro, porém, renegava às origens do país que o abraçou. Os imortais preferiram seguir tradições argentinas, logo da nação mais detestada pelo Brasil.

Os cantos e as festas desta minoria, que havia renegado seu país para imitar o rival, eram embaladas pelas mesmas músicas e estilos dos vizinhos e inimigos argentinos. Certo dia, pude ouvir inclusive canções cantadas no idioma castelhano. A guerra, sem dúvida alguma derramava muito sangue, a tão falada raça estava se confundindo com violência e a confiança pela vitória se fundia a arrogância e a prepotência.

Esta desgarrada e pequena nação foi batizada de Grêmio. O Brasil saiu da guerra, pois os “traidores” haviam vencido o povoado santista. Assim, os gremistas disputariam a América com um povoado da Argentina, os Boca Juniors. O mundo parou e pensou que ali se realizaria uma briga de compadres e que tudo terminaria em pizza, haja vista a grande admiração da parte desagregada do Brasil pelos argentinos. Quem pensou desta forma estava enganado.

Os Bocas não tiveram compaixão alguma, nem mesmo pelo fanatismo dos ex-brasileiros pela cultura castelhana. Todo sangue que havia sido espalhado durante o período da guerra foi derramado em dobro naquela única batalha, a batalha final. Até então, nada de assustador tinha sido apresentado pelos gringos. As tropas gremistas avançavam com faixas escritas “Jamais nos matarão”, e eu falava para mim mesmo “se são imortais é claro que nunca vão matá-los, que frase tola”.

O dia de conhecer o novo dono de nosso continente chegou, todos estavam apreensivos, até que as tropas inimigas se encontraram. Olhares atentos, suor escorrendo pela face, garganta seca e apenas dois segundos para o início do massacre. Gritos de “vamos lá”, em espanhol, foram dados de ambos os lados. De longe parecia uma boa briga entre estrangeiros. A mim pouco importava, pois já tinha lutado pelo país e estava do lado de fora, só queria saber do resultado final.

Vou falar a verdade, a briga já estava ficando ruim, sem sal. Mas, de dentro de uma doce caixa de bombons eis que surge um gigante. Apavorei-me, não sabia para onde correr. Em princípio as pessoas o chamavam de monstro, um corre-corre danado acontecia ali, mas, logo consegui me esconder em um local de onde não perdia um detalhe sequer da confusão. Minutos depois passaram a chamar a criatura de Megatone 10, pois, era o que estava escrito na camisa azul e amarela que ele vestia.

Megatone 10 devastou o povo gremista. Matou o que seria imortal. No outro dia as notícias davam conta de que o monstro chamava-se Riquelme. Eu que não era muito fã de mitologia passei a respeitar um pouco mais esta parte da história. Aprendi a não brincar com fogo. O que o gigante da caixa de bombons fez foi arrasador, mas, será que Riquelme matou o imortal ou apenas desmascarou uma farsa?

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Difícil de entender

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

boca melhor

Torcedores felizes com seus times. Mas um não entendeu o outro.

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Jogo é jogo!

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

errei

A fé antes de começar a disputa era grande. Depois de mais 90 minutos de bola rolando, o torcedor gremista só errou o placar e quem saiu campeão. Contando os dois jogos, 180 minutos, 5 a 0 Boca Juniors. Em Buenos Aires 3 a 0 Boca, em Porto Alegre, 2 a 0 argentinos.

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Chegou reclamando!

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

nene

O pivô do Denver Nuggtes, Nêne, em entrevista disse que volta a defender a Seleção Brasileira de Basquete, mas exigiu o seguro pago em suas mãos e reclamou do uniforme, que segundo ele está muito apertado. “Tem GGGGG ai?”

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Agora sim!

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

ana

Agora todos os jogadores poderão aprecisar suas curvas, antes escondidas pelo uniforme. Ana Paula Oliveira, crítica por alguns e admirada por outros é capa da revista masculina Playboy, edição de julho.

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Futebol, é jogo duro!

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

gremio 2

O goleiro do Boca, Caranta, defende bola na frente do atacante Carlos Alberto. Jogo duro e nervoso no olimpico.

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A saga de um atacante

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

everton-santos-charge.jpg

O atacante Ewerton Santos está preocupado com seu desempenho. Desde que chegou no Corinthians só marcou um gol.

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E por ai vai!

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

Isso sim é competência

Somos rivais e continuaremos sendo. Paises vizinhos que tem uma história brilhante no futebol mundial. Brasil e Argentina são respeitados, admirados e reverenciados. Mas se tratando de campeonatos entre clubes, a Argentina é muito superior ao Brasil. Ontem, 20, o Boca Juniors, do astro e porque não mágico Ruan Roman Riquelme, conquistou mais um titulo. Agora o time de maior torcida em seu país é hexacampeão da Copa Libertadores da América. Titulo assegurado já na primeira partida da decisão, em Buenos Aires, quando o time que revelou Maradona e Carlitos Tevez venceu o time do Grêmio, por 3 a 0. Nesta quarta-feira só foi a dança final, um belo tango pra cima dos gaúchos. Agora o tricolor gaúcho vai ter que esperar o “campeonatinho” gaúcho, do Brasil de Pelotas, 15 de Campo Bom, para conquistar um titulo, e poder dançar aquele fandango.

Agora a torcida do grande Grêmio vai ter que cantar. “Vento, cavalo, peão, o Riquelme nos deixou no chão. Deixarão o tropeiro sem marcação e ele nos pisoteou”. Tenho que reconhecer, os argentinos são muito superiores aos brasileiros na hora da decisão. E o Boca Juniors foi e é muito melhor que o Grêmio. Parabéns!!

 

E no Vôlei

Depois do grande Nalbert sofrer lesão e o técnico perder um líder da equipe brasileira, a equipe tem uma grande antiga novidade. O atacante Giba, um dos cinco melhores jogadores de voleibol do mundo, enfrentará o Canadá no próximo sábado, pela Liga Mundial. Mas o paranaense já avisou que entra em quadra com 50% de sua condição física, o que já é bom, se tratando de Giba. Mas com a seqüência de jogos, ele irá se aprimorando e nas finais já estará o velho Giba de sempre, não aquele que foi pego no anti-doping por uso de maconha, mas aquele atacante espetacular que todos os brasileiros admiram. O que se pode concluir é que a seleção brasileira está muito bem servida de jogadores.

 

Esse Nenê é hilário!

O pivô Nenê, do Denver Nuggets, aceitou voltar à seleção brasileira de basquete, para disputar o pré-olimpico, em Lãs Vegas. Porém exigiu o pagamento do seguro em suas mãos e reclamou do uniforme. Nenê, que parece ter esquecido de onde veio, disse que o uniforme estava apertado. Como pode reclamar tanto. Quando morava no Brasil não tinha o que vestir direito, agora que pode ter quase tudo, reclama do uniforme. Uniforme não ganha jogo não Nenê, você é muito engraçado.

Não se pode esquecer suas origens, e você tem uma origem humilde. Agora vem com isso, cheio de graça. Só posso dizer que você é hilário mesmo, mas não hilário do seu sobrenome não. Ou será que você aceitou voltar a seleção só porque o pré-olímpico é nos Estados Unidos?  

 

Estava na hora

 No hipismo, a chefe da modalidade de salto do Brasil, Lucia Maria Cruz divulgou essa semana, os cinco conjuntos que defenderão o país nos jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Depois de algumas semanas em que o maior cavaleiro brasileiro, Rodrigo Pessoa, reclamou e exigiu que os atletas selecionados fossem os que estão competindo na Europa, a confederação apresentou os cinco nomes e não deu ouvidos à Pessoa. O que é muito bom, pois ele é apenas um competidor, mas parece querer ser o presidente do hipismo, quer mandar e desmandar em tudo da modalidade. Não posso discutir que Rodrigo Pessoa é o maior cavaleiro do Brasil, mas acho este homem muito ignorante. Faz seu trabalho e ganha títulos que é o máximo que você pode fazer. Ou se aposenta e tenta ser diretor do hipismo brasileiro.

   

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Cadê meu estádio?

Publicado por arquibancada em junho 21, 2007

Estava demorando para o Campeonato Brasileiro apresentar falhas em sua organização. Botafogo e Vasco já têm um jogo a mais. Tudo por que o Maracanã, provisoriamente, não mais receberá partidas do maior torneio de futebol do Brasil, em virtude dos Jogos Pan-americanos. Será mesmo este o motivo? Acho que não. O pior vem aí. É que a imprensa do eixo se faz de cega e empurra a culpa para a organização do Pan (que não deixa de ser questionável).

O revoltante é que há poucos dias, diversos comentaristas esportivos reclamavam das condições dos gramados de alguns estádios do país. Os nobres e “imparciais” colegas da crônica esportiva cobram maior fiscalização da CBF junto aos clubes, que segundo eles (jornalistas esportivos), não possuem gramados, mas sim pastos. Os mais exaltados inclusive questionam a participação dos times de gramado ruim na série “A” do Brasileirão.

Se as condições do campo de jogo revoltam estes comentaristas bairristas, tenho uma pergunta a fazer aos mesmos. O que dizer dos “gloriosos” clubes do Rio de Janeiro que sequer possuem um estádio? Sonho em um dia poder representar a massa do torcedor do Norte, Nordeste, do Paraná e de minha Santa Catarina. Até quando a grande mídia vai tratar times como Botafogo, Flamengo e Fluminense como gigantes do futebol? Esta fama não pertence mais ao futebol carioca. Estão acreditando na própria mentira.

O “pasto” da Vila Capanema, dos Aflitos e até mesmo do Morumbi nunca atrapalharam no andamento de uma competição. Já os gigantes do passado, que defino como sem terras e sem tetos, têm que bagunçar a tabela do nacional. O resultado todos já conhecem, atraso e adiantamento de partidas. Isso para que os “maiores” do Brasil possam jogar no estádio da prefeitura da cidade maravilhosa. Assim será a vida inteira, pois, nenhuma medida é tomada quanto aos falidos do Rio.

Esta desordem caiu na banalidade, já é normal a dependência dos times do Zico, Garrincha e Rivelino pelo Maracanã. As torcidas até esqueceram que não têm estádio e gritam “Uh Maraca é nosso”, sem o menor constrangimento. Fiquei sabendo também que os times cariocas estão brigando pelo “Engenhão” (estádio construído para o Pan), como se briga por um prato de comida na Somália. Assim caminha o futebol brasileiro, dando sempre aquele jeitinho carioca.

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